IMIGRAÇÃO INESPERADA E AVANÇO DO ISLÃ


Assistir os telejornais ultimamente nos dá até uma sensação de déjà vu, as notícias parecem repetir. Antes ao ligar a TV, sabíamos que passaria um resumo do futebol e a previsão do tempo, agora; a corrupção, crise, terrorismo e imigração fazem parte das pautas diárias.


O mundo está passando por grandes mudanças principalmente na imigração e avanço do islamismo que podem ter resultados como a extinção de culturas. Após 100 anos da morte de Maomé (o profeta dos muçulmanos que morreu em 8 de junho de 632 d.C) os seguidores de Alá avançaram ferozmente usando a espada chegando a Ásia, África e Europa, e mesmo após 1300 anos, o foco de conquistar terras continua o mesmo, apenas as estratégias mudaram.


Para o Estado Islâmico (EI ou ISIS), o grupo auto titulado Estado Islâmico, o método de Maomé é mais eficiente do que passar décadas tentando infiltrar o islã numa cultura, ou esperar a população de muçulmanos crescer através da natalidade.


Segundo o jornalista Michel Coeli(1) o ISIS é um dos maiores inimigos da humanidade, e ele está certo, por onde passam, aterrorizam, matam, destroem templos ou qualquer evidencia histórica de outras crenças com o objetivo de implementar um Califado (uma só crença, um líder muçulmano) no mundo.


O perfil do terrorista mudou, são modernos, acessíveis, na maioria ocidentais, falantes de inglês e jovens voluntários radicalizados através da internet, pessoas deprimidas atrás de adrenalina ou uma causa para a vida e morte.


Nas últimas décadas, o avanço do Islã vem crescendo através da massa de imigrantes fugindo de problemas sociais e desastres naturais. Com a chegada dos terroristas em uma cidade, milhares de muçulmanos que não querem seguir as regras do extremismo emigram para países ocidentais, e os que ficam, são forçados a seguir a crença de uma forma mais original, e sofrer nas mãos de homens carniceiros.


O censo do IBGE de 2010, divulgou que já tínhamos 35.167 muçulmanos imigrantes e nascidos no Brasil, mas a Federação Islâmica diz ser mais de 1.5 milhão(2), sem contar os ilegais que são na maioria mulheres privadas de documentos pelos maridos para evitarem que se misturem com a cultura local. E segundo a UNHCR(3) (agência de refugiados da ONU) a metade dos que fogem de suas nações são crianças.


Além do islã avançar para o Ocidente, as minorias cristãs de muitos países muçulmanos são dizimadas ou forçadas a fugirem, atrasando ainda mais a expansão do cristianismo no mundo dos seguidores de Maomé.


É sabido que imigrantes procuram paz, e a situação hoje é lamentável e preocupante, mas é preciso cautela quando o assunto é imigração de muçulmanos, eles trazem juntos suas crenças e valores, constroem comunidades fechadas, mudam nomes de ruas, exigem comida Halal (animais só podem ser abatidos para consumo segundo a tradição islâmica) e começam a mudar as leis, destruindo a cultura local.


Uma matéria divulgada na BBC(4) da Inglaterra, mostrou o drama de ingleses que moram ou andam por bairros de maioria muçulmana, os nativos são proibidos de transitarem nas ruas com bebidas alcoólicas, roupas curtas e até mães são privadas de amamentar publicamente, resumindo: o inglês está perdendo a liberdade no próprio país, e isso de maneira mais branda já acontece no Brasil.


Independente da nação que um islâmico viva, para ele, só existe a Nação Muçulmana a qual ele é fiel, apenas uma bandeira, a da Ummah (o mundo com uma só fé, o islã, este é o objetivo supremo da crença das arábias). Não importa a cidadania que tenham, nunca esquecem da fé.


Em entrevista para o site Refugee Resettlement Watch(5), a síria nascida nos Estados Unidos, Deena Stryker, afirma que muitos sírios saem de lugares sem conflitos em busca do “El Dorado” (a cidade de ouro). “São muitos os benefícios de um refugiado na Europa: Salário sem trabalhar (bolsa família), medicina e educação grátis”. O curioso disso tudo é que os refugiados muçulmanos não estão invadindo os países do Golfo(6), as nações muçulmanas mais ricas do mundo, seria até lógico, já que para eles, os países Ocidentais são casas de satanás, lugar de infiel, blasfemadores e pecadores, mas sabem que não encontram no Golfo os mesmos benefícios da Europa, e é até bom para o Islã que o Ocidente fique repleto de muçulmanos.


Nem Barack Hussein Obama, o atual presidente Norte Americano escapa dessa. Ele está sendo acusado informalmente, de facilitar a entrada de imigrantes muçulmanos no país, aumentando ainda mais o risco de terrorismo(6). Pamela Geller(7) considerada uma ativista anti-islã, comenta em seu site os perigos do ingresso de refugiados muçulmanos nos Estados Unidos por programas do governo Obama, ela diz que os refugiados cristãos e de outras minorias estão sendo rejeitados, mas seguidores de Maomé aceitos.


Este êxodo forçado do século vinte um, segundo a Globo News, já é maior do que a imigração na Segunda Guerra Mundial, e as nações da Europa nem sabem como lidar com o problema, exemplo disso: a Eslováquia, foi o primeiro país europeu a filtrar os imigrantes pela religião, não aceitam refugiados muçulmanos só cristãos, o presidente alega que os seguidores de Maomé não tem estrutura para viver lá, por ser um país cristão e sem mesquitas. Será que esta atitude radical é a solução? Escolher quem vai ser salvo do terror?


O triste drama dos refugiados está longe de acabar, enquanto grupos terroristas estiverem invadindo mais cidades, milhares irão marchar para o Ocidente, e o que vemos agora é só o começo segundo alguns antropólogos. Será que desta vez a Europa não irá escapar de se tornar mais um continente islâmico? Se continuar do jeito que está, não comeremos pizza de calabresa na Itália, nem pão francês e sim quibe cru e pão árabe.


O Senhor é especialista em transformar desgraça em graça. É sabido que a força missionária da igreja nos países árabes é quase inexistente, então, se o povo de Deus não vai, os povos muçulmanos estão indo até as igrejas através da imigração.


Creio que o aumento de imigrantes muçulmanos no Ocidente pode ser um grave problema se os cristãos não enxergarem os islâmicos como alvo. Só Deus pode livrar esse povo do sofrimento espiritual, está na Bíblia a força que precisamos para reverter a crise da imigração, só é preciso abrir nossas redes para pescar os peixes que estão pulando fora dos mares e oceanos.


J.C. Meireles é Jornalista, especialista em comunicação intercultural e em assuntos relacionados às ciências do Islamismo. Tem experiência em viver em país de maioria muçulmana e ministra sobre os diferentes temas dentro do Islã.

contato: meirelescilvio@gmail.com




(1) Globonews.Quemundoéesse.últimoepisódio.


(2) http://www.engeplus.com.br/noticia/geral/2014/ganeses-ocupam-80-da-mesquita-palestina-de-criciuma/

(3) http://www.unhcr.org.uk/about-us/key-facts-and-figures.html


(4) http://news.bbc.co.uk/2/hi/programmes/panorama/4172000.stm


(5) https://refugeeresettlementwatch.wordpress.com/2015/08/16/an-american-born-syrian-speaks-out-many-syrians-are-not-refugees-but-opportunists/


(6) http://www.frontpagemag.com/point/209111/no-muslim-country-wants-take-syrian-refugees-daniel-greenfield


(7) http://www.wnd.com/2015/08/stop-obamas-flood-of-muslim-refugees/#VrplTYLgv47bVoXb.99


(8) http://pamelageller.com/


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