1.7 BILHÃO DE MUÇULMANOS ESTÃO SENDO ENGANADOS!


Não está nas principais capas dos jornais eletrônicos do ocidente, mas cerca de 130 iraquianos morreram brutalmente no último domingo, dia 03 julho 2016 em Bagdá. Seria desnecessário falar sobre as causas do atentado ou citar quem reivindicou sua autoria. Mas a reportagem da CNN prontamente relatou “primeiro Istambul, depois Bangladesh e agora 126 assassinados pelo Estado Islâmico”.


Desta vez o ISIS (Islamic States of Iraq and Syria) direcionou seus ataques em regiões de maioria muçulmana, desrespeitando o principal mês para a comunidade islâmica ao redor do mundo, o Ramadan. Os muçulmanos estavam encerrando mais um dia de jejum, um momento especial para todos eles, quando foram atacados.


O ISIS não representa a maioria da população muçulmana mas precisamos ter consciência que todos os soldados do ISIS são muçulmanos. Eles também leem o Alcorão, o mesmo livro que todos os demais muçulmanos seguem.


O problema no Islã é que há centenas de versos no Alcorão e nos Hadices que, mesmo interpretado por teólogos moderados, tem sido usado para motivar radicais de grupos islâmicos terroristas a matar os que eles entendem serem infiéis ( kafirum).


O Islã apresenta um número muito grande de teólogos com suas diversas interpretações corânicas. Alguns deles como Ibn Taymiya, em 1300 D.C e mais recentemente Sayyd Qutub nas décadas de sessenta e setenta desenvolveram tratados teológicos que incentivam, em nome da religião, a morte de ocidentais e de todos os que não obedecerem ao modelo de interpretação Corânica.


Outro problema é o que a teologia islâmica chama de Ab-rogação. Segundo a tradição islâmica, quando o Alcorão estava sendo revelado durante a vida de Maomé, certos ensinamentos e passagens cancelaram revelações anteriores. Teólogos islâmicos acreditam que há várias delas no Alcorão.


Um simples exemplo é o texto conhecido como verso da espada na Sura 9 e verso 5 que foi pacificamente cancelado pelo capítulo 109. Isto significa que o texto em 9:5 que incentiva decapitar infiéis, foi anulado pelo capítulo 109, ou seja, foi ab-rogado pelo capítulo 109. É assim que os muçulmanos tentam justificar ou explicar os complexos e contraditórios textos do Alcorão.


O problema e que existem muitos textos que, segundo os muçulmanos, já foram ab-rogados, mas ainda hoje, milhares de adeptos os aplicam literalmente. Nestas possíveis interpretações, muitos muçulmanos radicais usam os quase 160 versos violentos no Alcorão e os aplicam literalmente.


Os muçulmanos moderados tentam dar a justificativa de que os radicais não são muçulmanos, e muitos líderes ocidentais também afirmam, erroneamente que o ISIS e demais grupos terroristas não são islâmicos.


Embora os grupos radicais islâmicos não representem o Islã, eles usam o Alcorão de forma literal para desenvolver suas estratégias violentas ao redor do mundo.


Nossa oração sincera é em favor de todos os muçulmanos que acreditam estar se submetendo a Deus. Homens e mulheres que buscam a paz sem nunca conseguir encontra-la, porque não existe paz no islã. A Paz verdadeira é uma pessoa, Jesus Cristo, Senhor e Salvador.


*Enquanto estava escrevendo este material, atentados ocorreram na Arábia Saudita, e um deles foi perto da Mesquita sagrada em Medina onde, segundo muçulmanos, Maomé está enterrado.


ORE PARA QUE OS MUÇULMANOS AO REDOR DO MUNDO ENTENDAM QUE AINDA QUE OS RADICAIS NÃO OS REPRESENTEM, SUAS IDEOLOGIAS ESTÃO BASEADAS NOS TEXTOS ISLAMICOS.


ORE PARA QUE OS PASTORES BRASILEIROS ENTENDAM QUE PODEM MOTIVAR CADA CRISTÃO A ORAR PELA SALVAÇÃO DOS MUÇULMANOS, TANTOS OS QUE VIVEM DISTANTES EM PAÍSES FECHADOS, COMO OS REFUGIADOS QUE ESTÃO NO BRASIL E NOS DEMAIS PAÍSES COM LIBERDADE RELIGIOSA.




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