O que o islã e os muçulmanos querem?



Há duas décadas o islamismo e os muçulmanos eram meros coadjuvantes nos acontecimentos globais, não haviam tantos livros escritos sobre eles, e nem estavam nos noticiários diariamente, eram pouco conhecidos comparado a hoje. Agora que estão na lista dos atores principais na história, o mundo tenta entende-los, mas isso é uma árdua tarefa, é complicado saber a real motivação do islã e muçulmanos.


Amar ou odiar um muçulmano? O mundo e a igreja precisam ter respostas diferentes. Aqueles que não conhecem o Deus da Bíblia, com facilidade podem associar qualquer muçulmano ao terrorismo e expressar ódio, ou não. Essas pessoas ignoram os seguidores de Allah, ou tentam manter distância.


No caso da igreja, é muito simples, só tem uma opção, amar, mas sem fazer exclusivismos. Digo isso, pois parece que os islamitas tem uma “alma especial”, normalmente quando um deles se encontra com Cristo, o brasileiro transforma essa pessoa em um “pop star” como se o Senhor estivesse classificando as pessoas. Todos são iguais perante Deus (Tiago 2:1-13), sendo assim, a alma do carteiro que vai a sua casa e a do muçulmano tem o mesmo valor para Deus, o que muda, é a forma de alcançar a cada um.


Então o que os muçulmanos querem?


Viver uma vida digna como qualquer outro ser humano, ter dinheiro, saúde, boa família, no caso deles muitos filhos, bens (se possível Mercedes Benz). Mas quando a religião está em primeiro lugar (e essa deveria ser a escolha de todo muçulmano, mas graças a Deus que não é) aí, a opção número um deles é a Sharia* e Califado, (Lei islâmica e um líder mundial religioso).


Os muçulmanos em quase sua totalidade são leigos ou nominais, porém não devemos comparar com um cristão nominal. Os islâmicos mesmo não sendo praticantes são convictos, ou seja, não entendem a religião que seguem, 83% nem lê o alcorão no original que é em árabe por não falarem a língua (o que eles têm é medo do julgamento de Allah); contudo, podem virar “super muçulmanos” em segundos e até dar a vida pela religião.


Já o cristão nominal entra na mesma categoria do muçulmano sem conhecimento, mas não teme a Deus, não dá a vida e se a coisa aperta pula fora, ou seja, não é convicto. Eu sempre trago uma ilustração: Vá até uma igreja com uma Bíblia e diga que vai queima-la, provavelmente alguém vai achar ruim, e o máximo que pode acontecer com você é ser expulso de lá.


Agora, vá até uma mesquita e diga que vai queimar um alcorão, quase 100% de chances que você vai ser agredido ou morto, e ainda por muçulmanos nominais.


O que o Islã quer?


É complicado fazer essa separação de islã e muçulmano, mas é preciso para entendemos melhor o que os seguidores da Allah pensam. Uma única e curta resposta para essa pergunta parece até frase dita por personagem de desenho animado, “dominar o mundo”, ser a única fé existente no planeta, implementar a Umma (uma só fé).


Para o islã, a humanidade toda um dia já foi muçulmana. Como? Abraão, o “pai” das três maiores e mais importantes crenças (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo) foi muçulmano segundo os seguidores de Allah, e ao passar dos tempos, a humanidade se desviou da fé verdadeira o “islã”, Abraão foi quem começou a Umma, por isso que quando alguém aceita o islã, essa pessoa passa por uma reversão, volta a ser o que era antes. A esperança dos muçulmanos é que todos no globo um dia voltem a seguir a fé do grande patriarca.


E o que acontece com quem não aceitar seguir o islamismo? Não há outra opção além da morte. Existe uma possibilidade de pagar impostos para seguir outra fé em território conquistado pelo islã, mas na verdade, a pessoa é sugada e maltratada até secar todos os recursos e depois assassinada, caso não aceite o islã. Maomé deixou claro a seus seguidores que, todos que aceitarem o islã são livrados da morte.


Concluo com uma pergunta bem difícil: o que fazer diante desse plano do Islã de dominação mundial?


*para saber mais sobre a lei islâmica acesse: http://infielatento.blogspot.com.br/2014/02/muculmanos-querem-sharia.html







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